Parriot 2008 - Viver é Emocionar-se
Parriot 2008 - Viver é Emocionar-se
Não deixe que a razão seja maior do que o sentir. Não permita que o medo seja maior do que o amor. Viver é emocionar-se.
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Quarta-feira, Fevereiro 25, 2009

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posted by PARRIOT PB | 6:01 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009

VEM AÍ

PARRIOT 2009

posted by PARRIOT PB | 6:31 PM
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Sábado, Dezembro 27, 2008

Episódio de hoje: REVENDO COISAS

O ano de 2008 foi importante pra mim. Foi a continuidade de um 2007 que terminou repleto de encontros, amores. Mas também foi um ano que foi se configurando de forma às vezes surpreendente.
Eu vi histórias este ano que me ensinaram muito a respeito de que lado devemos ficar quando é a ética que está em jogo. Daria pra escrever uma novela.

Mas isso é uma história pra daqui a pouco. Não adiantemos as coisas.

Revendo os textos do blog, vi que 2008 pra mim começou com sentimentos de saudade. Além disso, o sentimento de que a cada dia, me cobro ser homem. Homem adulto. Sensação de que ao chegar perto dos 30 anos é necessário formar uma família, construir uma relação estável, uma casa... "Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais".

(...) preferiria estar deitado no colo da minha mãe. Porque é difícil ser homem. É difícil passar por aquele intransigente porta que separa a ilusão da realidade. É difícil superar a encruzilhada que este tornar-se homem empreende frente aos sonhos de criança de um dia ser forte, feliz e ter ao seu lado um grande amor porque foi isso que me ensinaram na TV e no cinema. (em 27 de Janeiro de 2008)

Na pergunta crucial que fiz estava toda a sorte de significados que procurei empreender de forma delicada: "Será que você não percebe? Será que não vê que sua solidão foi cavada por você mesmo? Não percebe que a tristeza, a doença, o desespero foram criados por você?". Porque todo mundo morre, todo mundo vai embora um dia, todo amor termina, o dia nasce todo dia, mas resta uma dúvida, o sol só vem de vez em quando. (08 de Fevereiro de 2008)

E ser adulto lá tem a ver com pessimismo? Ser adulto é ser amargo? Quero o doce! Quero noites com sol!
Quero prazo de validade infinita, pensamentos deliciosos como manhãs de domingo no campo. Um pouco de amor para amenizar os dias cheios de desabrigos emocionais. Alguém que me amenize.
(em 27 de Março de 2008)

Mas ainda acredito que por mais difíceis que sejam as coisas. Por mais difícil que seja crescer, amar, viver, não podemos esquecer que o dia nasce todo dia.

Apenas o recorte de um passado recente.

Imagem do dia:



Momenti di Felicità de Rosina Wachtmeister

posted by PARRIOT PB | 12:18 AM
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Quinta-feira, Dezembro 18, 2008

Episódio de hoje: VENDO O MAR

Sentou-se à porta do mar naquele banco de sempre que antes estivera ocupado com um feliz casal que não sequer invejara.

Por um momento apenas sentiu inveja por ter chegado antes de si e sentado naquele banco de sempre.

Já era tarde. A noite caía há muito tempo e pensou se talvez não era hora de voltar para casa e dormir. Mas dormir já havia feito pouco antes, momentos antes de acordar e descobrir que seu peito inflava de dor de uma angústia já conhecida mas nunca desvendada.

Sentiu aquela dor outras e tantas vezes chorando-a compulsivamente, estontamente, perdidamente clamando por ajuda, por paz, por morte, por sono.

O que era aquela dor? E agora pensava: “o que é essa dor?” de que tempo vem? de que era? de que ponto? de que orgão? de que curva encefálica surge aquela dor?

Podia quase ver seu cérebro pulsando no lugar de onde surgiam aqueles pensamentos. Eram pensamentos? Ou simplesmente sentimentos? Era amor? Estava ali? Era a falta de amor que como neurotransmissor deficiente causava aquela demência de alegria?

E era realmente demente sua alegria? Era parte ou aparte de sua cabeca?

Nao soube explicar...Acho que nunca saberia.

Não porque fosse pouco inteligente, não porque era difícil a resposta, era por ter a sansação de não se perguntar o bastante sobre aquilo.

À porta do mar olhou pra frente e se sentiu sozinho mais uma vez. Aquele humor ruidoso das ondas nao ajudava seu coração a dormir, ou descansar apenas, talvez. Sentiu vontade de choramingar, achou-se velho demais para prestar-se a tal papel.

Velho demais! E o que era ser velho demais quando o tempo nao lhe diz os termos da vida? Quando a cada tempo que passa é só mais um dia a ser vivido exigentemente com graça? Porque era um dom essa tal de vida. Porque mesmo com toda aquela meia-palavra que nunca saía de sua boca, era preciso alegrar-se com o dom da vida.

Pros diabos a alegria! Pro inferno a obrigação da graça. Pros diabos sorrir quando se quer chorar. Talvez era chorar quando se quer chorar. Talvez era chorarm mais que ele queria. Talvez fosse gritar mais por ajuda. Ajuda! AJUDA! AJUDA-ME! ME AJUDA!

Me sacode! Me torce! Me vira pro outro lado, pelo avesso e tira de mim essa nódua que me mancha o peito. E sacode minhas poeiras do coração que ele já não quer mais ficar obsoleto, me aspira, me limpa, me passa um pano qualquer que me lustre.

Me escolhe e me leva, me restaura, me reforma, me transforma em outra coisa que seja mais útil a quem quer que seja, me doe, me troque, me liquide, me leiloe, me assuma, me colora, me assuma, me dê cor, me assuma, me dê cor, me colora e me assuma. Me assuma.

Quando era criança, ainda criança, ainda passarinho que nao sabia voar, percebeu que a mãe sempre o vestia com uma bonita camisa verde aos domingos pela manhã. Era a “camisa de ver Deus”. Por que não guardara aquela camisa? Por que se lembrara daquilo agora? Que fim levou a camisa verde de ver Deus? Deus a levou consigo? Virou pano de chão? Outra mãe passara a colocar em outro passarinho sua camisa verde de ver Deus? Que injusta a vida dos objetos!

Que injusto manter em velhas caixas empoeiradas aquele carrinho que tanto fez seus olhos brilharem. Que saudade de ter brilho nos olhos. Que vontade de não ser de fora o brilho que lhe apareciam agora.

Não distinguiu ao certo se eram estrelas, distantes transatlânticos ou os faróis a guiar os pássaros pela noite, aqueles brilhos.

Que festa estariam fazendo agora nos transatlânticos? Mas não havia poesia em transatlânticos – pensou por um segundo – Há! Há poesia nos transatlânticos porque há vida nos transatlânticos. E vida sem poesia, não é vida, é espectro, é imagem, é mentira.

Deixou-se gritar, mas não era o bastante. Gritar nunca era o bastante.

Imagem do dia:


Foto de: Jean Candido

posted by PARRIOT PB | 1:18 PM
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Sexta-feira, Dezembro 12, 2008

posted by PARRIOT PB | 5:56 PM
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Domingo, Dezembro 07, 2008

Um bom domingo pra vcs.
E aproveite o amor.

posted by PARRIOT PB | 5:16 PM
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Sábado, Dezembro 06, 2008



I'm Yours - Jason Mraz
Ouvi pela primeira vez por causa de uma grande amiga.
Pare a musica do blog antes de iniciar o video.

posted by PARRIOT PB | 12:15 PM


Falando de Amor - Thiago Afonso e Jose AraujoJ

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